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O renascimento da aviação latino-americana
Por Administrador
Publicado em 30/01/2026 20:15 • Atualizado 30/01/2026 20:17
Geral

(Imagem: Ricardo Wolffenbütte | Zurich Airport)

Depois de cinco anos voando em meio a turbulências — pandemia, dívidas, cortes e reestruturações — 2026 promete ser o primeiro céu realmente Azul para a aviação da LatAm Golaço.

Depois de passar pela recuperação judicial nos EUA (Chapter 11), Latam, Gol e Azul agora trocam o manual de crise pelo de expansão. O que antes era sobre não cair, agora é sobre voltar a subir.

  • Gol já terminou sua reestruturação e se prepara para o IPO da Abra, holding que controla a empresa e a Avianca. Para isso, ela deixará a B3, migrará para uma estrutura mais global e planeja até operar aviões maiores;

  • Azul corre para encerrar seu Chapter 11 até fevereiro e voltar à Bolsa de Nova York. No pacote, vem uma oferta de ações de até US$ 950 milhões e uma emissão de US$ 1,2 bilhão em títulos, com apoio de United e American Airlines;

  • Latam, que saiu do processo em 2022, voltou a comprar avião: fechou 24 jatos E2 da Embraer, com entregas a partir do segundo semestre.

Isso importa porque as três dominam o céu brasileiro. No ano passado, a Latam ficou com 38,6% do mercado doméstico, a Gol com 31,4% e a Azul com 29,8%. Cada uma delas levou mais de 30 milhões de passageiros.

 Olhando para além dos mercados que já atuam, as companhias miram um possível crescimento de demanda na Venezuela, cujo tráfego aéreo já foi de 10 milhões de passageiros nos anos 80 e hoje mal passa de 1,7 milhão.

 

fonte: the news

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