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O escândalo do Banco Master fica cada vez maior
Por Administrador
Publicado em 05/03/2026 08:19
Geral

(Imagem: Folhapress)

O ex-banqueiro, Daniel Vorcaro, e o cunhado dele, Fabiano Zettel, foram presos na manhã de ontem, após decisão do ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria do caso depois da saída de Dias Toffoli.

A turma da pesada. Junto da prisão, a Polícia Federal revelou que Daniel Vorcaro tinha um grupo de WhatsApp chamado “A turma”, no qual planejavam coletas de dados de interesse e até planejavam ações violentas contra jornalistas.

A reportagem de R$ 2M para evitar prisão

Só para se ter uma ideia do nível, as investigações apontam que os integrantes do grupo invadiram sistemas da PF, do Ministério Público Federal e até mesmo do FBI e da Interpol.

Segundo o jornal O Globo, foi hackeando os sistemas da PF e da PGR, inclusive, que Vorcaro teria descoberto antecipadamente que seria preso, daquela primeira vez.

O ex-banqueiro, então, teria mandado essa informação para o site “O Bastidor” publicar, pagando ao jornalista R$ 2M por isso. Então, mencionando essa reportagem, os advogados de Vorcaro pediram à Justiça para negar possíveis medidas cautelares — como uma prisão preventiva.

As mensagens ainda revelam outras fortes conversas:

  • As ameaças a um jornalista: Vorcaro aparece bastante incomodado com o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, um dos nomes que mais tem divulgado informações em primeira mão sobre o caso: "Esse Lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”

  • Os encontros com Alexandre de Moraes: Em outras mensagens, Vorcaro diz à então noiva, em abril de 2025: “Tô indo encontrar alexandre de moraes aqui perto de casa”10 dias depois, os dois fizeram uma ligação de vídeo e depois, por mensagem, Martha Graeff pergunta: “Quem era o primeiro cara?”; então, Vorcaro responde: “Alexandre moraes”.

Vorcaro, agora preso, voltou a negar todas as acusações. Além das quatro prisões, a PF também fez busca e apreensão nas casas do ex-diretor do Banco Central, Paulo Sérgio Neves de Souza, e do ex-servidor do BC, Belline Santana.

Ambos são acusados de receberem propina e atuarem como consultores privados de Vorcaro nas questões regulatórias do banco. Os dois foram afastados de seus cargos.

fonte: the news

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